etamos em manutençao pédimos a paciencia dos usuarios e dos parceiros obrigado a todos lembrandos aos parceiros que temos backup
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Há milhares de sites que disponibilizam programas para download. Sejam eles "open-source", "freeware", "shareware", há uma infinidade para se escolher. O destaque quase sempre fica para os maiores, onde se pode achar de tudo.
Mas nem todos os usuários querem qualquer tipo de programa. Há os que preferem programas mais simples e menores; e simplicidade não significa ausência de funções ou recursos. Simplicidade também significa que você não necessitará de baixar bibliotecas Vbrunxxx. Nem tampouco causar conflitos em sua máquina.
Pois simplicidade é a proposta do site Tiny Applications. Se "small is beautiful", miniatura é muito melhor. A proposta do site é disponibilizar programas, preferencialmente "open source" e "freeware", que atendam simultaneamente a todos os seguintes requisitos:
E o site ainda dará prioridade aos programas gratuitos: não serão distribuídos programas mesmo "shareware" se houver um similar gratuito.
Há muito tempo os usuários que lidam com imagens e "desktop publishing" migraram para monitores grandes, de , no mínimo, 17 polegadas. O Macintosh ainda é a máquina preferida de muitos desses usuários, que têm que suportar os monitores pequenos do iMac. Agora a situação está se modificando. Pelo menos para professores e estudantes, para quem o recém lançado eMac é dirigido.
Com um gabinete todo branco, o eMac vem equipado com um monitor de 17 polegadas. Trata-se de um G4 de 700 MHz, com 40 gigabytes de disco rígido e 128 megabytes de memória RAM. O modelo com CD custará US$999,00. Por US1.199,00, o usuário poderá dispor de um gravador de CD e de leitor de DVD.
O monitor de 17 polegadas é um tradicional CRT (tubo de raios catódicos). Embora maior, ele custa bem menos que os monitores de cristal líquido. O preço é importante para que a Apple possa atingir o mercado educacional norte-americano, seu principal objetivo.
A Intel, fabricante dos processadores Pentium, anunciou a retomada da construção de uma fábrica de chips na Irlanda. A construção começou em Junho de 2.000, mas foi paralisada no ano passado em razão da diminuição do ritmo econômico mundial.
Com um custo total de US$2 bilhões, a fábrica será a quarta da empresa a produzir componentes semicondutores a partir de pastilhas de silício de 300 mm, a mais avançada atualmente. Serão quase 15.000 m2 de salas limpas, de um total de quase 100.000 m2 de área construída total.
A utilização de pastilhas de 300 mm reduz sensivelmente os custos da produção de processadores, quando comparada com a utilização das atuais pastilhas de 200 mm. A área total de silício de uma pastilha de 300 mm é 225% maior do que em uma pastilha de 200 mm. O incremento da área impressa pela litografia é ainda maior, chegando a 240%. O processo de 300 mm utiliza 40% menos energia e água do que as fábricas que trabalham com pastilhas de 200 mm.
Os discos rígidos são hoje baratos, bastante confiáveis e têm capacidades de armazenamento impensáveis há alguns anos. Eles cumprem muito bem o seu papel para os usuários normais de microcomputadores. Seu preço e confiabilidade atingiram níveis que os tornaram a opção mais segura mesmo para cópias de segurança. Mas as aplicações comerciais, sempre dependentes de bancos de dados que devem prover 100% de operacionalidade, exige ainda um pouco mais. E há ainda a necessidade de se prover escalabilidade, que é a capacidade dos sistemas de evoluir conforme as necessidades dos usuários.
Tentando apresentar uma solução para esse que é o seu mercado principal, a IBM lançou o projeto "Ice Cube" (cubo de gelo). O objetivo do projeto é a construção de uma estação de armazenamento totalmente modular e escalável. Esta estação deve prover armazenamento com tolerância a falhas em seus componentes e taxas de transferência de dados adequadas ao crescimento da largura de banda em todos os sistemas.
O protótipo foi construído a partir de módulos, chamados pela empresa de tijolos inteligentes. Conceitualmente, o Cubo da IBM lembra muito um brinquedo de montar, já que ele utiliza módulos padronizados. Para facilitar a reposição de peças que apresentem defeitos, os módulos foram construídos com discos rígidos comuns e baratos, do tipo que equipa hoje todos os computadores pessoais. Os 27 módulos compõem estruturas combinadas num padrão 3 x 3 x 3. Essa combinação permite a redundância dos dados armazenados, ou seja, um byte nunca estará apenas em um lugar num determinado momento. Caso um ou mesmo vários módulos apresentem defeito, os dados podem ser recuperados pelo próprio Cubo, seja copiando-o de outra área ou mesmo deduzindo-o através dos mecanismos de checagem de erros embutidos no sistema. A capacidade de armazenamento total já atinge 32 terabytes de dados.
Obviamente, não é necessário desligar o equipamento para se efetuar a substituição de seus módulos. Mas, para o usuário dos dados, apenas isso não é o suficiente. Ele não pode ter seu processamento sequer retardado porque um técnico está substituindo um disco rígido do sistema. Para isso, a IBM planeja tornar o Cubo um sistema de arquivos virtual, que simplesmente garanta ao usuário que ele terá seus dados disponíveis e em segurança, 100% do tempo.
A parte de hardware, a rigor, é a parte fácil do projeto, já estando construída, ainda que em fase de testes. O desafio dos engenheiros da IBM é, agora, providenciar o software necessário para gerenciar esse arquivo virtual.
fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br
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A maioria dos usuários de notebooks conhece os pequenos retângulos escuros que ficam junto ao teclado e substituem o mouse. Chamado de "touchpad", são equipamentos sensíveis ao toque e de grande precisão. Alguns drivers permitem inclusive associar áreas do "touchpad" a programas específicos. É possível, por exemplo, iniciar o processador de textos preferido com um simples e suave toque no canto esquerdo do periférico.
A empresa FingerWorks resolveu levar os "touchpad" às últimas conseqüências. Sob o argumento de que as teclas cansam muito os usuários, a empresa desenvolveu um enorme 'touchpad", mais especificamente do tamanho do teclado de um computador. Através de um processo normal de "silk-screen", o dispositivo recebeu a impressão do desenho de um teclado. O driver que controla o dispositivo se encarrega de interpretar exatamente aonde o usuário tocou, intepretando o toque como a letra, ou qualquer outro símbolo, correspondente.
Como o equipamento já é usado extensivamente como mouse, isso significa que o usuário poderá ter as mãos o tempo todo sobre um único dispositivo, sem a necessidade de deslocamentos para pegar o mouse e retornar ao teclado. O novo equipamento custa US$299,00.
fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br
Lançado um sistema de visão pessoal que finalmente cumpre o que promete. Após vários protótipos apresentados, mas que nunca emplacaram realmente, foi lançado o i-Visor™, um monitor pessoal que dá a mesma sensação de se estar a dois metros de uma TV de 44 polegadas. O equipamento é dotado de duas telas de cristal líquido de 800 x 600 pixels de resolução, ou 1,44 milhão de pixels de tela CCD.
Totalmente ajustável, o equipamento vem ainda com canais de som estéreo, podendo abrir novas possibilidades de entretenimento e privacidade. Além dos controles de brilho, contraste, volume, cor, intensidade e posicionamento, possui ainda uma série de ajustes para se adaptar perfeitamente à fonte da imagem que estiver sendo utilizada
A grande vantagem do i-Visor é o fato de que ele pode ser conectado a virtualmente qualquer equipamento que produza imagens: placas de vídeo comuns de computadores, vídeo-games, vídeo-cassetes e mesmo DVD portáteis, tornando-se um verdadeiro cinema particular e portátil. Acompanham cabos para S-Vídeo, vídeo composto, VGA e RCA, além de um adaptador para ligação na rede elétrica comum. Preço sugerido pela fábrica: US$999,00.
fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br
